Créu e pimenta no futebol carioca
March 4, 2008
Já fazia um bom tempo que o futebol carioca não andava tão apimentado. Arrisco a dizer, até, que no cenário brasileiro isso já não acontecia tão fortemente. E o início dessa história vem com o fortalecimento principalmente de Flamengo e Fluminense para a Libertadores, que já deu uma bela promovida na perspectiva de um Carioca forte para 2008. Botafogo refez o time buscando jogadores dispostos e obedientes. Já o Vasco, talvez por questões financeiras, assistiu os rivais se mexendo e resolveu dar um tiro ou outro, trazendo Edmundo, Beto & cia para formação do elenco.
O primeiro clássico do ano já sinalizava o que viria pela frente. Em jogo com lances polêmicos e acalorados, o Bota bateu o Vasco por 3 a 2, no dia 2 de fevereiro. O bate-boca rendeu a semana toda e só foi sossegar com segundo clássico da competição, o Fla-Flu do dia 10 do mesmo mês. Com os dois times já classificados paras as semifinais, os adversários entraram sem suas principais estrelas, à exceção de Thiago Neves pelo lado tricolor, que acabou sendo o nome da partida, marcando 3 gols, no 4 a 1 sobre o rubro-negro.
A imprensa dividiu as manchetes entre a bola que o meia bateu com a tal dança do créu. O que ninguém comentou foi o fato de que a coreografia do meia não tinha nada de funk, e sim algo que se assemelha mais ao axé, ou seja lá o que for. Verdade seja dita, a idéia do créu começou nas arquibancadas, com uma iniciativa espontânea da torcida pó-de-arroz ai final da disputa. No entanto, quem levou os (maus) créditos foi Thiago—que, vale dizer, também não tem nada de santo.
Na semana seguinte o clima não melhorou. Os jogadores do Fla repercutiam negativamente a dança e os do Bota já garantiam que com eles não teriam nada daquilo. Não deu outra: com a vitória do Glorioso sobre o Tricolor por 2 a 0 e mais créu por parte dos jogadores e da torcida botafoguense. Washington, atacante do Flu, não entendeu o por quê dos botafoguenses terem tomado as dores do clube da Gávea.
Os mais recentes episódios tem a data do último domingo, dia 24 de fevereiro. Em mais um jogo polêmico, o Flamengo faturou o título da Taça Guanabara com belo gol de Tardelli na virada por 2 a 1 em cima do Fogão. O jogo foi marcado por uma bela disputa entre as equipes, por lances polêmicos do árbitro Marcelo de Lima Henrique (que anda recebendo ligações de botafoguenses), 3 expulsões e um gol de virada plasticamente memorável já nos descontos. Após o jogo, renúncia do presidente alvi-negro, desabafo emocionado por parte dos atletas, acusações e mais pano para manga.
Como se não bastasse, em jogo pela Libertadores na quarta após o clássico, Souza marca para o Fla e comemora debochando do choro dos rivais. Só que dessa vez com repercussão em todos os outros clubes: Thiago Neves (“Quero ver o que vão falar agora…”), Tulio (“Souza deveria jogar pelada”) e até Eurico Miranda (“Quem é Souza?”).
As provas são irrefutáveis: o que devia ficar no campo descambou para o bate-boca. Se por um lado esse movimento pode promover ainda mais o campeonato, por outro é um pulo para acirrar ainda mais a rivalidade entre as torcidas—que já não anda pouca. Agora é aguardar os próximos capítulos que pintarão nesse segundo turno, a Taça Rio, e torcer para que as torcidas levem tudo isso como deveria ser: na esportiva.
Escalação da Seleção Brasileira (para gringos)
June 25, 2006
Em época de Copa, vale tudo. O Ed Castro me mandou essa bagaça aí embaixo. É engraçadinha, para não dizar tosca.
ESCALAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA
1 – Did are
2 – Car full
3 – Look see you
4 – Who one
5 – When mear son
6 – Who bear to car loss
7 – Add dream an no
8 – Car car
9 – Who now do ( Few now mem no )
10 – Who now dream you gay you show
11 – Zero bear to
12 – Who jerry scene
13 – See seen you
14 – Crisis
15 – lowis on
16 – G you bear to
17 – June in you
18 – Mean arrow
19 – G you bear to silver
20 – Rich are dream you
21 – Fried
22 – July seissor
23 – Who bean You
Coach : Car loss all beer to pair here a
Calma, calma
May 22, 2006
Amigos visitantes, não se afobem. Estamos em falta com vocês, nós sabemos. Dentro em muito breve voltaremos com nossa atualização normal. Não mudem o canal. Até mais! Amigos visitantes, não se afobem. Estamos em falta com vocês, nós sabemos. Dentro em muito breve voltaremos com nossa atualização normal. Não mudem o canal. Até mais! Amigos visitantes, não se afobem. Estamos em falta com vocês, nós sabemos. Dentro em muito breve voltaremos com nossa atualização normal. Não mudem o canal. Até mais! Amigos visitantes, não se afobem. Estamos em falta com vocês, nós sabemos. Dentro em muito breve voltaremos com nossa atualização normal. Não mudem o canal. Até mais! Amigos visitantes, não se afobem. Estamos em falta com vocês, nós sabemos. Dentro em muito breve voltaremos com nossa atualização normal. Não mudem o canal. Até mais! Amigos visitantes, não se afobem. Estamos em falta com vocês, nós sabemos. Dentro em muito breve voltaremos com nossa atualização normal. Não mudem o canal. Até mais!
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Declaração sincera (Gil do Cruzeiro)
April 9, 2006
Gil, jogador do Cruzeiro, deu uma polêmica declaração ao fim do jogo que sagrou seu time como campeão do campeonato mineiro de 2006. Para conferi-la, clique aqui (100Kb). De uma forma ou de outra, impressiona a naturalidade com que a frase foi proferida. Não faltou franqueza.
Informix está por trás de estatísticas de futebol*
March 13, 2006
O que há entre Adriano, Maguila e Lulu do Valle
December 23, 2005

Assim como nas peladas que os craques promovem todo o final de ano, ontem eu tive a minha. Houve um belo campeonato de Winning Eleven, jogo-mor do PlayStation2 sobre o esporte bretão, na casa do Grini e do Magalha, estreando a tão esperada TV 51 polegadas. Doze energúmenos participaram. Lá pelas tantas, dada a minha performance patética pelo tempo longe do vídeogame (bela desculpa…), começamos a papear. Logo falou-se no desmaio do Adriano, atacante brasileiro da Inter de Milão.
O bicho chocou-se com o zagueiro do time adversário e chapou desacordado no chão. Na queda, rolou aquele braço meio contorcido, moda lançada pelo Maguila na luta com o Holyfield, em 89. E, claro, com o link, logo estávamos lembrando do embate do esforçado brasileiro com o norte-americano criado in vitro.
Adilson “Maguila” Rodrigues é sergipano e já passou dos 40 anos. Tem só 20 irmãos e muitos méritos pelo que fez. Claro que foi legal ver um brasileiro lá em cima, mas as lutas que o Luciano do Valle dos Dinossauros, na época apresentador da Band e empresário do próprio Maguila, eram uma tristeza única – e a Band passava tudo. Tinha sempre um argentino barrigudo, um chileno com caspa ou um boliviano asmático para enfrentar. E a narração que o gordinho usava nas transmissões eram formidáveis. Ele urrava como se ali estive o Pelé do boxe.
Quando, para surpresa mundial, surge a prova irrefutável de que aquela brincadeira estava indo deveras longe. Afinal, havia sido agendada uma luta entre Evander Holyfield e Maguila. Cacilda… Juro que tive ansiedade e medo de acompanhá-la. Sentia como se eu é que fosse entrar no ringue. Estava escrito: ia dar merda. Óbvio que ia dar. E, o pior: iria passar para o Brasil todo como sendo uma final de Copa.
Admito que Maguila esteve bem no primeiro round. Deus sabe o motivo, mas esteve. Mas, naturalmente, a vaca foi pro brejo logo na metade do segundo. Holyfield o pôs para beijar e babar na lona. A pancada tinha sido tão forte que fez nosso herói para tremelicar e ficar com o braço torto, sugerindo um dano dramático. Uma hora depois ele nem lembrava que tinha acabado de lutar. Puta que o pariu… E, quem diria, se passasse pelo gringo iria enfrentar o Tyson…
Maguila largou o esporte em 2000. Teve 85 lutas, vencendo 77 (61 nocautes), empatou uma e perdendo 7. Depois, lançou livro biográfico, fez comerciais, comentou sobre economia do Aqui e Agora, no SBT, e mais recentemente participava do programa do Tom Cavalcante. A última notícia dele foi a de que tinha dado uma lapada na cara de um moleque que queria bater uma foto com ele nos estúdios da Record – leia a notícia aqui. Corre a lenda de um menino tem parentesco com Luciano do Valle.
IMPORTANTE: mudou tudo!
December 21, 2005

É, já chega. Postar vídeos com imagenzinha ilustrativa talhada, resenha marota e o diabo a quatro enche os ovos. E o que passou pela minha cabeça quando prometi “um vídeo novo todo dia”? Sim, admito, foi um engodo. Mas tudo bem, desde o dia 5 de setembro que isso aqui não era atualizado. Mesmo assim, uma cacetada de gente, como você, acaba caindo aqui todos os dias. Quê isso, meu Deus? Falta do que fazer? Vai trabalhar…
Legal, legal. Não prometo muita coisa, mas vou tentar postar aqui o que vejo no cotidiano sob o meu peculiar (e medonho) ângulo analítico. Isso mesmo. Depois vou mudar o nome do site para “Ângulo Parodi: o quê é que só eu vi”. Isso porque quando todo mundo vê algo numa cena do dia-a-dia, eu insisto em enxergar os detalhes mais patéticos. Quando alguém fala algo sério, eu acabo rindo porque me lembrei de alguma coisa babaca. É quase como os movimentos em câmera-lenta da trupe de Matrix. Minha ótica (tive vontade de escrever “Óticas do Povo, morô) tem sempre uma pitada ridícula, um detalhe escroto, um comentário medonho.
Bem-vindo ao “Ângulo Parodi”—calma, cacete, depois a imagem lá do topo que fala dos vídeos será alterada. Ah, e se estiver uma merda, avise-me. Numa boa, não vou ficar puto nem magoado com comentários sinceros, xingamentos honestos e tapinhas nas costas. Afinal, a vida é isso aí. Roda o VT!





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